+ capas

Dizem que tudo faz ‘lembrar o Frozen’ (2013?), mas a mania das capas vem desde aquele Tom Ford que Gwyneth Paltrow usou, em 2012, nos Oscars!

A Couture, que vem quando as tendências da temporada respetiva já estão mais que definidas, traz uma abordagem tão diferente, tão especial e essencial! Ainda assim, este amor pelas capas, mais do que nunca, está para continuar!

as fotos: em couture - Alexis Mabille, Chanel, Elie Saab, Zuhair Murad, FW14.15. Elsa, Frozen. Tom Ford 2012.

Plus

Adoro este conceito de ‘ideias estranhas’ em couture. Aquilo que não é só mais um vestido, que não passa despercebido, que é invulgar, que causa tantos amores e ódios.
Vionnet, um nome tão grande mas que às vezes (e demasiadas vezes) é tão esquecido e ocultado.

Mais uma das muitas maravilhas que se pode em couture! ♥

Plus

Adoro este conceito de ‘ideias estranhas’ em couture. Aquilo que não é só mais um vestido, que não passa despercebido, que é invulgar, que causa tantos amores e ódios.

Vionnet, um nome tão grande mas que às vezes (e demasiadas vezes) é tão esquecido e ocultado.

Mais uma das muitas maravilhas que se pode em couture! 

360º

Ou não estivesse a magia (e a essência?) da couture nos detalhes!

Stéphane Rolland couture fw14.15

Semelhanças #2

As ideias semelhantes, as diferentes abordagens, as ainda mais diferentes formas de conceção.

Elie Saab e Armani Privè, Couture 14.15  

Semelhanças (3x)

Sem tantas como o costume, os que mais usam brilhos e transparências, que fazem os vestidos bonitinhos, que têm ter tudo para ser mais do mesmo mas que, estranhamente, continuam a resultar (tão bem!).

Elie Saab e Zuhair Murad, Couture 14.15 

As Silhuetas Estranhas!

Não me incomoda nada, principalmente em Couture, que existam estas silhuetas estranhas, que não parecem assim tão vestíveis.

 A Couture aproxima-se da arte, é um processo criativo e, como tal, não deve ter limites do que é comercial.

Venham as silhuetas estranhas, venha a Arte, a Moda enquanto Arte e toda a Liberdade que isso dá. E isto é o melhor! ♥♥♥♥♥

Chanel e Dior. Couture FW 14 15

Telas

Dior, com peças melhores que nunca, mas diz que faz falta a teatralidade e o espectáculo de outros tempos. Não há nada a fazer, Raf Simons tem ideias muito mais clean, até um pouco vanguardista e não é o Galliano ♥ (o drama (ou as saudades?) do Galliano!)

Giambattista Valli, não tão bom como nas últimas temporada (opiniões… valem o que valem!), mas sempre florido e fluído (tão bom!).

Ambos com vestidos brancos que, como não poderia deixar de ser, em alta costura, são ótimas telas para mostrar aquilo que de melhor se faz em Moda. Das melhores ideias para o Inverno!

Couture. Fall Winter 14.15

Novo Neutro

A acompanhar os muitos neutros da colecção Atelier Versace, a re-afirmação da cor da temporada de Inverno. Azul noite, mais que viciante!

Atelier Versace Fall Winter 14. Couture 

Clássicos.

(os mais clássicos)

Vem aí a Alta Costura – a excelência, os detalhes, a Moda enquanto Arte no seu estado mais puro, o tempo em que se esquece que tem que ser vestível, as maiores irreverências, o melhor de dois mundos. Enfim, Alta Costura.

Mas (!), antes disso, a presença dos mais que clássicos – vestidos pretos (ou azul noite, que são uma alternativa ainda melhor) ou os fatos pretos – os eternos básicos que são (deveriam ser?) presenças mais que óbvias em todos os armários.

O lado prático das alternativas resort!

as fotos: Altuzarra, Valentino, Dior, Gucci, Versace, Louis Vuitton. Resort 2015 

…e que comece a couture!  

Mais uma tentativa!

O maior drama entre os sapatos: sapatos transparentes! Quase ninguém gosta, quase ninguém usa, têm maior resistência que as solas (tão feias que se tornaram bonitas e que estão por todo o lado) ‘da’ Stella e continuam a ter eternas associações!

Versace, que tem feito os sapatos mais marcantes de muitas temporadas, apresentou a ideia para o Verão de 2012 (ui, onde é que isso já vai!) e agora em Alexander McQueen, já para 2015, volta com a mesma hipótese.

Será?

as fotos: Versace Spring Summer 12; Alexander McQueen Resort 2015.